Taís Araújo



Taís Araújo fala de beleza e de seus próximos meses na França

Publicada em 07/02/2009 às 18h13mSimone Mousse

RIO
– De esmalte vermelho descascado e cabelos naturalmente armados, com um
pouco de rímel e um leve brilho nos lábios, Taís Araújo, que agora
também é jornalista, deu uma gargalhada ao tentar imaginar um título
para esta reportagem: "Apresentadora do ‘Superbonita’ tem preguiça de
fazer a unha! Pode botar, é isso mesmo". Pronto, ela falou. Depois de
quatro anos à frente de um dos programas mais populares do GNT, a atriz
confessa que tem muita preguiça de ser escrava da aparência. Faz
tratamentos, sim – como hidratação nos cabelos e drenagem linfática –
mas, entre ir ao salão e dormir, fica com a segunda opção. Descansar,
aliás, é o que Taís mais quer neste início de 2009. Precisando, como
ela diz, dar um tempo a si mesma, este mês ela se muda para a
França,
onde vai morar por três meses.

– Vou para estudar francês, viajar e descansar. Trabalho desde
muito cedo numa roda viva, numa maluquice. Quero esse tempo para mim,
desacelerar um pouco. É bom para respirar, voltar com saudade de
trabalhar. Senão começo a ficar doente, ter problema de coluna. Acabei
a faculdade de jornalismo, fiz 30 anos, foi um presente que eu me dei –
conta Taís que, depois da pouca repercussão de Alícia, sua personagem
em "A favorita", por enquanto não tem planos profissionais para a volta
da viagem. – Foi ótimo fazer a novela, principalmente as cenas com
Milton Gonçalves. Tivemos umas seis que valeram a novela. É saudável
variar entre protagonista e coadjuvante. Tem que entender que um dia dá
certo, um dia não dá, e é vida que segue. Um dia dá errado, e um dia
pode dar mais errado ainda – brinca.

‘Superbonita’, programa do GNT, reúne dicas de beleza em livro. Veja algumas

"

O que toda mulher quer mesmo é ser aceita. Só isso, simples assim

"


Na
temporada europeia, Taís – que se diz "solteira, graças a deus", – só
trabalhará de vez em quando, fazendo reportagens especiais para o
"Superbonita", que vai ao ar às sextas-feiras, às 22h, e traz mudanças
em fevereiro. Em quatro anos de programa, a atriz já viu muita mulher
fazer misérias em nome da beleza. Ou não ter medo de ficar na miséria
propriamente dita ao comprar um creminho à base de caviar por módicos
R$ 2.500.

– O que toda mulher quer mesmo é ser aceita. Só isso, simples
assim – resume. – Acho importante se cuidar, mas não pode virar
paranoia. Antes, eu nem queria saber de nada. Hoje sinto necessidade de
me ajeitar, passar um rímel. Toda mulher quer emagrecer, não conheço
uma que esteja 100% satisfeita. Eu não vou à praia porque não
aguentaria ver minha bunda nas revistas – avisa, de um jeito divertido.
– Tenho mil cremes em casa, mas não uso nenhum. No máximo hidratante
corporal e filtro solar. Não dá tempo e é muito chato. Se usar tudo,
vou ficar o dia todo passando creme. Isso é para quem não trabalha
.


Nas
reportagens de Paris, Taís botará em prática o que aprendeu na
faculdade de jornalismo. À vontade à frente do "Superbonita" ("No
início, quando era aquele programa fechado no estúdio, eu tinha muita
dificuldade", lembra), ela vai começar também a interpretar no
programa. Antes de viajar, deixou gravadas esquetes como Mabel, a
recepcionista do hotel em que se passam os episódios de fevereiro.

– O público quer ver coisas novas. Botar dramaturgia no
programa foi bom, porque é o que faço há anos – avalia Taís. – Mabel é
ótima, diz coisas que nós, mulheres, pensamos quando olhamos para
outra, como: "Hmmmm, maaaagra…" – relata, fazendo voz de "invejinha".
– É divertido. Ela trabalha num hotel sofisticado, mas vai a baile funk
de calça apertada e salto de acrílico.

Segundo Jorge Espírito Santo, diretor artístico do GNT, o
"Superbonita", um dos cinco programas mais vistos do canal, é, hoje, a
cara de Taís.

– A atração é um dos pilares do GNT e a entrada da Taís foi um
sopro inacreditável, ela é entusiasmada, tem uma juventude e uma
espontaneidade contagiantes – diz ele.

Impulsiva também é uma palavra que poderia descrevê-la. Da
noite para o dia, Taís resolveu pegar um avião para ver a posse de
Barack Obama. Foi chamada de maluca pelos amigos.

– Não sabia nem que precisava der ingresso. Fiquei três horas
esperando o desfile, no maior frio. Não tinha comida, nem uma
barraquinha de cachorro-quente! Vi gente vendendo café por U$ 40. Mas
foi lindo, consegui ver o cara, dei tchau e tudo – conta, emocionada. –
Essa eleição vai mudar a minha vida, a dos meus filhos e netos, de
todos os negros. É um passo gigantesco, eu tinha que estar lá para
aplaudir. E chorei muito, claro.

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