Gente,para mim todo negro tem sangue branco e é raro encontrar um branco que não tenha um “made in africa” em sua genealogia,por mais que ele esconda!


!

Este post foi colocado na semana do Dia da Consciência Negra e coloco aqui pelo sucesso que ele teve com meus amigos o qual o comentei,muito interessante,é uma maneira epirituosa e humorada de provar que todos os somos "irmãos",o homem no fundo sabe disso mas fica se fazendo de bobo criando diversas formas de preconceito por pura inveja do sucesso do outro:

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Bem-vindos à família, primos!

Este post foi originalmente publicado no blog do Luiz. Eu achei tão interessante, que resolvi postar aqui também. Então lá vai:
Bem-vindos à família, primos!
Uma
análise genealógica mostra que todos os seres humanos são
universalmente ligados por parentesco. Os genealogistas traçam a árvore
genealógica de uma pessoa geralmente seguindo a linhagem
direta,
ou seja, pais para avós, para bisavós, etc. Este método tenta
demonstrar como cada família é única. Mas basta avançar um pouco mais
na história para revelar que ninguém— e muito menos um povo— possui uma
família única e segregada das demais. Cada família na face do planeta é
relacionada a todas as outras.

Para entender isso, acompanhe a tabela abaixo:





# geração|
Anos atrás|
Data|#
ancestrais diretos




0
0
2009
(eu)




1
25
1984
2 (pais)




2
50
1959
4 (avós)




3
75
1934
8 (bisavós)




4
100
1909
16 (etc.)




5
125
1884
32




6
150
1859
64












28
700
1309
268,435,456




29
725
1284
536,870,912




30
750
1259
1,073,741,824




31
800
1234
2,147,483,648




32
825
1209
4,294,967,296

A tabela indica, para uma pessoa nascida em 2009, o número dos seus
antepassados ao longo da História. Cada geração dura em média 25 anos;
esta é apenas uma aproximação, mas que, no longo prazo, torna-se
razoável. A última linha da tabela, por exemplo, mostra que, por volta
de 1200 d.C., mais de 4 bilhões de pessoas deviam estar vivas para gerar a próxima geração dos meus ancestrais.

É óbvio que esta tabela não pode estar correta: não havia 4 bilhões de pessoas vivas em 1200 d.C.— a população da Terra só chegou aos 4 bilhões no século XX. Qual é então a solução deste paradoxo?

A solução é que todos nós somos descendentes das mesmas pessoas e que
nós descendemos muitas vezes (quer dizer, através de múltiplas linhas)
dos mesmos ancestrais. Famílias casam entre si, primos casam com
primas, primos-segundos casam e têm filhos, e assim por diante. Filhos
de um casal de primos, por exemplo, têm seis bisavós em comum, ao invés
de oito, como indicado na tabela. O mesmo vale para primos-segundos, em
relação aos tataravós. Portanto, embora seja certo que nós tínhamos sem dúvida descendentes vivos em 1200 d.C., isso não quer dizer que eles eram 4 bilhões.

Agora, vamos extrapolar essa solução para um grande número de pessoas.
Um quadro imprevisto aparece: todos os povos são primos genealógicos.
Não é preciso ir muito longe no passado para identificar ancestrais
comuns a grandes grupos de pessoas, até mesmo nações, continentes e,
eventualmente, toda a população do mundo.

Alguns matemáticos, trabalhando com estes problemas, concluíram que toda pessoa viva com no mínimo um antepassado de origem européia, norte-africana ou do Oriente Médio, por exemplo, é descendente direta de Maomé, o profeta do Islã,
e de Carlos Magno, o Imperador dos Francos. Maomé viveu no século VIII
e Carlos Magno, no IX. Volte apenas mais alguns séculos e você vai
descobrir ancestrais comuns a quaisquer duas pessoas vivas hoje.

Então, todos nós somos descendentes da rainha Nefertiti do Egito
Antigo, de Jesus Cristo (se é que ele existiu mesmo, e se é que ele
teve filhos, como afirmam alguns), de Júlio César, de Confúcio e de
qualquer outro personagem histórico da Antiguidade, de qualquer parte
do mundo.

Por isso, qualquer forma de racismo vai por água abaixo com base nessas
verdades genéticas e genealógicas. E também vai por água abaixo aquela
camiseta comum há algum tempo atrás, 100% Negro. E também 100% Branco,
100% Amarelo e 100% Vermelho. Sem contar que sangue azul, só em caneta.

Meu olho azul é o negro diluído,
Racismo é um rio poluído.
Eu sou branco, orixá me abençoou.
Se me chamar de negro
Vou dizer que também sou.
Eu sou negro, orixá me abençoou.
Se me chamar de branco
Vou dizer que também sou.
Limpa o rio, limpa o mar,
E viva a diferença.

(André Abujamra)

Sobre nunaina

seguendo davanti sempre
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