Um haitiano em Porto Alegre



Fevry Israel


Atualizando a marca…

Em um dia de trabalho movimentado no Cme,em dezembro passado, batem à nossa parte pela última vez neste ano um grupo de estagiários em Educação Fisica do IPA,de Porto Alegre e entre todos os meninos e meninas muito queridos que vieram nos prestar um trabalho de Ginástica Laboral la estava entre eles Fevry Israel,simpático,doce, amável e que a cada final de sessão nos apresentava uma dinâmica para relaxarmos com alguma canção de origem de seu país,uma vez até a gente pensou que fosse uma canção da Xuxa só porque ela havia feito uma versão para o português,ô desconhecimento!
Pois é, aí em um triste dia destes eu ouço a voz do Fevry no CME, viro para o lado e ele estava na TV falando sobre a situação de seu povo no Haiti e da dificuldade em estar em contato com seus familiares, à noite também a Globo fez uma reportagem sobre os alunos do IPA que são haitianos e cursam aqui no Brasil
atravé de bolsa e comvênio entre nossos páises.
Continuam-se a falar em solidariedade e  neste momento este é o caminho que devemos tomar sem nem pensarmos em olhar para trás ou à nossa volta, recursos existem eles devem é chegar no Haiti e este povo será abençoado por Deus através de nossas orações e doações também e por mais que a gente pense que no Rio, em Minas e no Sul do Brasil estejam acontecendo também tragédias quero dizer que aqui nós temos uns aos outros e lá eles não têm ninguém, nem luz, nem água e nem como enterrar seus mortos,o Brasil é o país mais rico da América latina e ele está caminhando para ser a 5° potência mundial,tem responsabilidade ética e também humana e sabemos que a dor é igual e a mesma em qualquer lugar do mundo.
Uma mão será estendida prá lá e outra será estendida prá cá e Deus sempre estará nos vendo e nos dirigindo em nossasa ações pois Ele não nos abandona.

Isaias,54:15

14/01/2010 17:57 – Atualizado em 14/01/2010 18:28

Família de haitiano morador de Porto Alegre sobreviveu ao terremoto

Casa do estudante do IPA, Fevry Israel, em Porto Príncipe, desabou no momento em que pais estavam na rua

Os pais, a irmã e as sobrinhas do haitiano e estudante de educação
física do IPA, Frevry Israel, de 35 anos, sobreviveram ao terremoto. A
informação chegou por meio de um email, enviado nesta quinta-feira, ao
jovem caribenho, morador do bairro Rio Branco em Porto Alegre. Segundo
ele, a casa dos pais, em Porto Príncipe, desabou durante o terremoto,
na noite de terça-feira, mas os pais estavam na rua, justamente no
momento do tremor, para buscar água potável em uma fonte.

A irmã dele, atualmente grávida, e as duas sobrinhas, de três e
quatro anos também saíram de casa, antes do início do terremoto. “Ela,
por acaso, decidiu que as crianças deveriam brincar na rua, o que
salvou a vida delas, já que a residência veio abaixo”.

O haitiano, que sonha em ser professor de Educação Física e mora em um
abrigo para estudantes do IPA, ainda não conseguiu contatos telefônicos
após o tremor, mas respira aliviado pela últimas informações. “Só posso
agradecer a Deus, pela sorte que minha família teve”.

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