Interessante Bio de Eros que encontrei na internet,feita em 2006


Eros
Luciano Walter Ramazzotti Molina

Nasce às 11
horas no hospitalSan Giovanni de Roma, dia 28 de outubro de 1963, e desde
muito jovem manifesta uma instintiva paixão pela música. Seu lançamento
como cantor é em 1981, ano em que participa do concurso "Voci nuove"
de Castrocaro e firma o seu primeiro contrato com um jovem selo
discográfico. No ano seguinte publica seu primeiro disco de vinil 45rpm
"Ad un amico", enquanto Eros afina com talento sua relação com
o instrumento que mais ama, a guitarra. Começa a se fazer conhecido ao
grande público, ganhando a edição jovem do Festival de San Remo em
1984, com a canção "Terra promessa", uma balada de forte
impacto, que o destaca como um novo personagem do mundo musical.
Ramazzotti gera um significativo êxito em sua segunda aparição no
Festival de San Remo em 1985, com "Una storia importante",
incluída em seu primeiro álbum, "Cuori Agitati", que o permite
acercar-se do mercado europeu. A vitória na categoria "big"de
San Remo ’86 com "Adesso tu", canção que faz parte do seu
segundo disco, "Nuovi Eroi", confirma a popularidade do jovem
Ramazzotti (com apenas vinte e dois anos) na Itália, e faz crescer o
interesse do público internacional. O terceiro trabalho discográfico
"In Certi Momenti" de 1987 (com a participação de Patsy Kensit,
no tema "La luce buona delle stelle"), consagra o artista romano
ao êxito europeu. A turnê que segue a publicação do álbum, leva
Ramazzotti a realizar shows para mais de um milhão de pessoas, durante
nove meses: é o primeiro "rock show" italiano a se apresentar
para um público tão grande. Ao final da primavera de 1988, se publica o
mini-álbum "Musica È" (este, como os anteriores, realizado
também em versão espanhola), tem um impacto surpreendente nos mercados
discográficos, onde supera as vendas de "In Certi Momenti".
Depois de dois anos, longe dos cenários, reaparece em 1990 com "In
Ogni Senso", álbum de grande dimensão pop. Publicado também nos
Estados Unidos, o álbum proporciona a primeira atuação de Ramazzotti em
terra americana, um show sold-out na Rádio City Music Hall de Nova York,
onde se grava um vídeo, "In Giro per il Mondo". O longo
período transcorrido da turnê termina com a publicação no outono de
’91 de um álbum duplo gravado ao vivo, "Eros in Concert", feito
em Barcelona e em outras metrópoles do Velho Continente. Três anos
depois, em 1993, Eros Ramazzotti reaparece em cena com "Tutte Storie".
É o trabalho mais comprometedor, realizado até agora, de Eros: gravado
com músicos de prestígio, fala uma linguagem pop-rock, que o lança, em
pouco tempo, acima de todas as hit-parades da Europa. O vídeo clip para o
lançamento de "Cose della vita" (a primeira música do álbum)
é dirigido por Spike Lee.
A turnê européia que segue a saída de "Tutte Storie" está
entre as mais importantes da temporada e se fecha cruzando o oceano:
Eros  enche os estádios de 15 capitais da América Latina. No seu
regresso à Itália, o músico cria "Trio", o êxito musical do
ano,  no qual é protagonista junto a Pino Daniele e Jovanotti.
Finalizada a turnê, em novembro de 1994, Eros é convidado ao MTV Awards
europeus de Berlim, onde atua ao vivo. Neste período, Ramazzotti, livre
dos seus anteriores vínculos contratuais, cria (junto com seu irmão
Marco) sua própria estrutura de marketing, RADIO RAMA, com sede em
Milão, que cuida de todos os aspectos relacionados com sua trajetória
artística, e que se converte em uma oportunidade para jovens talentos
musicais produzidos por Eros. A criação da Radio Rama coincide com o
fechamento de um novo contrato discográfico mundial para a BMG
Internacional.
Durante o verão de 1995, Ramazzotti participa do Summer Festival ’95, o
acontecimento musical europeu que aconteceu em sete estádios (entre eles,
Mônaco, Berlim e Bucareste). Um show de excepcional emoção e qualidade
artística, no qual são co-protagonistas Rod Stewart, Elton John e Joe
Cocker. Neste contexto, Eros se apresenta em um show ao vivo com fortes e
emocionantes vibrações rock. Em 13 de maio de 1996 sai simultaneamente
em todo o mundo "Dove c’è Musica", o oitavo álbum, e o
primeiro idealizado, dirigido e produzido por Eros.
Este álbum, depois de só quatro meses de vida, ganha o prêmio de melhor
cd do ano e se reconhece "Più bella cosa" como a canção mais
ouvida do verão.
Estes prêmios são autorgados no final do Festivalbar ’96. Nessa mesma
noite Eros triunfa também como ganhador do concurso, aclamado pelos
aplausos e o entusiasmo de um público de 200.000 pessoas no grandioso e
espetacular recinto do Plaza do Plebiscito de Nápoles.
Recentemente, Eros foi recebeu a premiação do MTV Awards como melhor
cantor europeu, junto com George Michael e Brian Adams.
Além do mais "Dove c’è Musica" alcançou o recorde de vendas
em italiano, superando um milhão de cópias vendidas em só 5 meses e um
dia. Ao mesmo tempo as vendas mundiais superaram os 4 milhões de cópias.
Em uma discoteca de Cervia em agosto de 1995 Eros conhece Michelle
Hunziker, uma belíssima garota ítalo-suíça. Nasce um grande amor. E no
dia 5 de dezembro ’96 (às 10.30hs) nasce Aurora Sophie Ramazzotti, filha
de Eros e de Michelle Hunziker. A pequenina pesa três quilos e 210
gramas. Quem deu a notícia foi a "Radiorama". Seja bem-vida!!!
A carreira discográfica de Eros é, de certa forma, indescritível; mas
nas próximas linhas você poderá ter um pequeno resumo. A aventura
discográfica de Eros Ramazzotti é um livro em oito capítulos. Oito
capítulos, oito discos em onze anos de atividade. O início é comandado
por un ’45 rotações, "Ad un amico", realizado em ’82, no qual
segue dois anos depois "Terra promessa", a canção com a qual
Eros estréia no Festival de San Remo, seguida de ’45 rotações "Buongiorno
bambina". Aqui terminam as ’45 rotações e começa a discografia
maior. O primeiro LP (o cd não era nem previsto) é de ’85, "Cuori
Agitati" e contém "Una storia importante", uma canção
que já inclui muitas das características da musicalidade futura de
Ramazzotti, e também "Dritto per quell’unica via", um título
que Eros continuará a propor nos seus concertos.O ano sucessivo é a vez
de "Nuovi Eroi", que contém outro título "Adesso
tu", que vence em San Remo e entra, por direito, na história da
música pop, enquanto Eros e as suas canções começam a tornar-se o
símbolo daquele universo juvenil de "garotos normais", que
vivem dos sonhos e ilusões, das esperanças e fracassos, de amores e de
amizades.
Em ’87 sai "In Certi Momenti", contendo dez canções entre as
quais "Questo mio vivere un pò fuori", "Libero
dialogo" e "La luce buona delle stelle", interpretada junto
com a bela cantora inglesa Patsy Kensit. O álbum consegue grande
popularidade na Europa (supera os dois milhões de cópias), mas no verão
de ’88 acontece um imprevisto. Algumas idéias pensadas para "In
Certi Momenti" e logo deixadas de lado, tomam lentamente a forma de
uma suite, "Musica è", mais de onze minutos de grande melodia,
um tema que dá a idéia de uma união entre o pop e as versões
sinfônicas de rock progressivo. O disco é recebido com entusiasmo e ao
final de sua "vida comercial" vende mais que seu irmão mais
velho. O quinto álbum é " In Ogni Senso", a fotografia da capa
mostra Eros junto com uma série de personagens da vida cotidiana,
justamente para evidenciar o elo que une o cantor aos acontecimentos e as
emoções da vida de todos. No disco doces canções, com algumas obras
primas, como "Se bastasse una canzone", melódica e com um
grande efeito gospel, que já marca uma evolução do gosto musical de
Eros entre o soul-pop internacional. No mesmo disco outros dos títulos
que vão perdurar são "Amarti è l’immenso per me" e "Cantico".
A fita com as atuações ao vivo chega em ’91, com "Eros In Concert",
álbum duplo com vinte e seis canções, de "Terra promessa" a
"Cantico", de "Nuovi eroi" a "Musica é".
Junto com os clássicos, duas novidades: "Toma la luna" e "Amarte
es total" interpretadas em castelhano (desde a expansão, Eros tem
gravado pontualmente seus discos nessa língua, para edições dirigidas a
um público ibérico e hispanoamenricano) e gravadas em Barcelona, em
honra ao público espanhol que, como o alemão, é desde sempre o mais
entusiasta das canções de Eros.
Transcorrem dois anos e uma guitarra dura e penetrante abre de surpresa o
álbum "Tutte Storie", a guitarra de "Cose della vita".
Chegamos ao ano de 1993. É o primeiro sinal de um novo horizonte musical
alcançado por Eros, um horizonte onde o pop se encontra com o rock, com
rasgos de soul e de rhythm’n’blues. O disco contém vários títulos que
tem que constar na lista dos mais importantes de Eros Ramazzotti:"A
mezza via", "Un’altra te", "Un grosso no", "Niente
di male"; histórias de dúvidas, de sensações, amores e da
consciêcia de um homem de trinta anos. Estamos em ’96 e "Dove c’è
musica" chega a ser o oitavo capítulo desta história musical.
Vou escrever sobre este maravilhoso cd. Eros se apresenta ao público com
um álbum de doze canções que revelam os seus novos horizontes
artísticos, fruto da combinação do seu clássico estilo melódico e de
intuições inéditas. "É o álbum mais pessoal e mais rico de
energia entre aqueles que tenho realizado até agora" explica Eros
"O seu segredo? O meu desejo de fazer música sem fronteiras".
Sem fronteiras. Esta é a palavra de ordem do disco que, como indicam o
título e a imagem da capa (um Ramazzotti andando de bicicleta, em um
ambiente surreal, diretamente no sentido de uma meta longínqua), querendo
ser companheiro de viagem para cada lugar onde existe amor, amizade,
esperança. É justamente esse o motivo do título do cd "Dove c’è
musica", uma canção de impacto imediato, um convite para manterem
vivos os sonhos com força e teimosia: "Qualquer um tem dito a
música é fraternidade, boa esperança, boa esperança". Uma
canção que se afasta pelo arranjo e melodia do habitual estilo
ramazzottiano, que sugere como seu disco reina sobre um espírito livre, o
espírito de um músico maduro.
Eros sempre tem feito da sua voz um bilhete de apresentação… Eis
então "L’Aurora", canção de grande emoção, na qual parece
que Eros quer experimentar um novo modo de usar a sua inconfundível voz,
apresenta-a de uma forma inédita, mais sofisticada, quase experimental.
Todo o cd vive sobre esta novidade de estilo. Com "L’uragano Meri",
caracterizada pelo som do velho órgão Hemmond de Celso Valli. Conta
a  história de uma garota "vulcânica", entra-se em um
mundo country-pop, enquanto "Questo immenso show", dá voz a
vontade de não ser tele-dependente, é rica de sons dos anos ’60. A
surpresa mais vibrante? É "Yo sin tì", uma passagem de pop
latino, a meia estrada entre o merengue e a salsa, uma canção que
chegará em todo o mundo interpretada em espanhol justamente para não
modificar a origem. Então acabaram as melodias de natureza ramazzottiana?
Não precisa ficar com medo: estão lá e em altos níveis, românticas,
corais, como já demonstrou o primeiro ’45 rotações trazido do cd,
"Più bella cosa".
Serena e atraente é "Buona vita", conto de um amigo que mal
suporta o caos das metrópolis e quer voltar aos céus limpos do campo.
"Stella gemella" é um texto sobre as diversas faces da
solidão, enquanto uma impressão soul-pop atravessa "Lei però",
que medita sobre porque a galinha do vizinho é sempre mais gorda, também
quando se fala de Amor.
Ainda sobre os sentimentos podemos citar "Quasi amore", uma
canção lentíssima e rica de vibrações "que exprime com palavras
certas a dificuldade de decidir sobre o futuro de um amor quando pede para
dar um passo decisivo com relação a um vínculo mais sério", como
explica o próprio Ramazzotti.
Textos simples, como sempre, mas nunca superficiais. Como em "Lettera
al futuro", inspirada em um conto de Edgar Allan Poe, que é uma
balada sobre os medos do nosso mundo às portas do ano 2000, enquanto
"Io amerò" é uma canção de grande clima, repleta de
religiosidade e de perguntas sobre o sentido das coisas e da vida.
No conjunto o disco é o primeiro fruto de uma ascensão humana e
profissional que tem levado Eros a realizar as escolhas pessoais e
artísticas muito atenciosamente. Uma ascensão que tem levado o músico,
uma vez acabado o relacionamento com a DDD, a casa discográfica pela qual
Eros saiu sem dar início, para criar uma sociedade sua de produção,
Radio Rama, e para unir-se a BMG, uma das casas discográficas líder do
mercado internacional.
"Dove c’è musica" é sobre tudo o primeiro disco do Ramazzotti
músico e produtor. Eros tem de fato escrito e produzido cada pedaço,
auxiliado por dois colaboradores reais como Adelio Cogliati para os textos
e Celso Valli para os arranjos, enquanto outros autores contribuem
também: Vladi Tosetto, Claudio Guidetti, Maurizio Fabrizio e Mario
Lavezzi, com a ajuda do rockstar ibérico Nacho Maño, que traduziu o
texto de "Yo sin tí" em espanhol. De grande expressão e
experiência internacional o grupo de músicos empenhados nas gravações:
os guitarristas Mike Landau e Nathan East, o baixista preferido de Eric
Clapton, da baterista Vinnie Colaiuta e Jerry Hey, trompetista sempre ao
lado de Quincy Jones. Estes e outros quarenta e cinco músicos de
prestígio tem realizado o álbum entre a Itália e a Califórnia, nos
estúdios A&M de Los Angeles (onde foi realizado "We Are the
World", a sessão comandada por Quincy Jones que junto aos mais
grandes músicos e intérpretes do pop-rock americano), Fonoprint de
Bolonha e LCD de Inverigo, nas proximidades de Milão.
Sempre na Califórnia eram realizadas as imagens de "Dove c’è
musica": seja o vídeo de "Più bella cosa" rodado pelo
diretor inglês Nigel Dick (já passando em todos os canais de televisão,
o conto das lembranças da procura das peças de uma fotografia, rodado no
deserto de El Mirage), seja as fotografias do cd, realizadas por Enrique
Badulescu, Michelangelo di Battista e Vicenzo Lo Sasso, para uma
produção de nível internacional, pensada e sintonizada sobre as mais
contemporâneas produções pop-rock.
Mas, evidentemente, não existe nunca fumaça sem fogo. O empenho para uma
grande produção seria inútil se na base não existissem idéias
musicais em grau de sustentá-las. Neste sentido o que tem para dizer
"Dove c’è musica"? Antes de tudo que o Eros Ramazzotti músico
lança-se para o futuro.
A estrada principal do rock melódico permanece inalterada, envolvente,
atraente; a sua voz, que já sozinha é marca registrada, percorre com
imutável segurança. Mas esta vez Eros divaga, varia, se rende,
imprevisível. O rock que já vibrava na entrada de "Cose della vita"
recebe sempre maior segurança, fonte também da experiência feita no
verão de ’95, quando Eros, com uma sólida banda de rock (com dois
guitarristas de efeito como Steve Farris e Phil Palmer) se exibiu no
festival de Rock Over Europeu; as influências soul e rhythm’n’blues dão
a medida de um produto musical nascido da colaboração entre Itália e
Estados Unidos.
"Dove c’è musica" chegou a todas as casas especializadas do
mundo em 13 de maio de 1996. E para apresentá-lo Ramazzotti não queria
modelos de conferências ou discussões, restrito de paixões, fans e
operadores do setor musical. "Porque em "Dove c’è musica"
triunfam as canções e os sons, e portanto são as canções a falar por
mim", comenta Eros. Ouça: "Buona vita a tutti" ("Boa
vida a todos").
Agora Eros está preparando um programa de show-cases para mostrar os
verdadeiros trabalhos que virão e para antecipar a próxima turnê
mundial, que começa em outubro. É esperar para ver…
Eros veio em março de ’98 para o Brasil e se apresentou no Olympia (17 e
18) em São Paulo,foram dois dias, dois shows maravilhosos em que ficou
provado o grande carisma, a simpatia e o jeito inconfundível de fazer
música desse cantor. A cada nota, a cada início de canção algo
inédito começava; novos arranjos, novos jeitos de fazer as mesmas
ótimas músicas, agora ficou provado, de uma vez por todas, que Eros quer
realmente músicas sem fronteiras, que se arrisca sempre e com isso
consegue o sucesso.
Foi tocado de tudo um pouco, desde Ma che bello questo amore até Ancora
un minuto de sole. As inovações maiores aconteceram em Un’altra te e
Quanto amore sei; na primeira foi devido ao ritmo de samba (Eros até
arriscou alguns passos) e a segunda foi cantada em português (até que
muito bem, para quem nunca tinha arriscado o nosso idioma).
Antes do show eu tive a idéia de escrever o roteiro das músicas, mas
isso mostrou-se impossível já nos primeiros acordes de Dove c’è musica,
que foi a música inicial, vou escrever as que eu lembro, porém não
estão na ordem:
Dove c’è musica, Stella gemella, Terra promessa, Una storia importante,
Ma che bello questo amore, Più bella cosa, Memorie, Cose della vita,
L’Aurora, Ancora un minuto di sole, Se bastasse una canzone, Un’altra te,
Favola, Quanto amore sei, Yo sin tì, Lei però, Buona vita, Un grosso no,
Cantico, Un cuore con le ali, bis: Dove c’è musica.
Creio que todos que tiveram a oportunidade de ir não se arrependeram, mas
ficou um gostinho de quero mais, muito mais; e quem não foi espera o seu
regresso, que está praticamente confirmado para o ano 2001.
Depois desta turnê, Eros lançou o cd "Eros" em ’97. Este cd
contém  dois duetos muito legais: "Musica e’" com Andrea
Bocelli e "Cose della vita / Can’t stop thinking of you" com
Tina Turner. Além de um novo ritmo para "Terra promessa" e
"Memorie" este magnífico trabalho conta com duas novas
canções: "Ancora un minuto di sole", que fala sobre saber
priorizar cada segundo da vida, como um tempo que não volta mais e deve
ser vivido com toda a intensidade e "Quanto amore sei" fala de
um amor que não cabe em si, de tanto contentamento e felicidade, de duas
almas "que viajam em uníssono". Este cd contém 16 faixas, que
agradam a todos. Desde "Adesso tu", passando por "Più
bella cosa", até "Occhi di speranza" e "Favola".
A novidade para nós, brasileiros, foram as duas faixas de bônus:
"De todo coração" e "Coisas da vida / Can’t stop thinking
of you", esse foi realmente um presente para quem fala a língua
portuguesa!! Foi DEMAIS!
Em ’98 é a vez do cd "Eros Live". A novidade desse cd é o
dueto com Joe Cocker "That’s all I need to know / Difenderò".
Este cd contém 15 faixas, todas com um ritmo muito contagiante, que é a
marca registrada das músicas ao vivo do Eros. Se você ainda não conhece
nenhum trabalho desse cantor, esse é o cd que eu recomendo…
Depois de 4 anos sem gravar um cd, Eros retorna agora em grande estilo, ou
melhor, em "Stilelibero", este é o nome de seu novo trabalho…
Esse cd contém 12 canções, além de uma faixa interativa. Entre essas
canções iremos encontrar um dueto com Cher. A música se chama Più che
puoi. Ela fala sobre aproveitar todos os instantes da vida, os belos ou os
não tão belos assim, para que possamos viver a vida da forma mais
intensa que puder. Tem uma parte muito linda que ele diz: "e se te
faz sofrer um pouco, pune-a vivendo-a, é a única maneira, surpreendê-la
assim…"; a número 1 é "L’ombra del gigante", como o
próprio título diz, a música fala sobre a sombra do gigante que insiste
em escurecer nossos sonhos, mas não podemos nos esquecer que sempre
existem pessoas, prontas a nos fazer sentir bem, que querem nos fazer
companhia, basta que nós permitamos; a segunda é "Fuoco nel fuoco",
é uma balada com ritmo latino que consegue, também, resgatar o
"calor" latino, fala sobre um amor muito intenso entre duas
pessoas que não se importam quanto tempo vai durar esse amor, contanto
que seja vivido fortemente; a terceira, "Lo spirito degli alberi"
conta como nós, quando crescemos, esquecemos as boas coisas da infância,
porém, elas não nos abandonaram nunca, e, quando abrimos nossos
corações, percebemos e sentimos que elas estavam sempre conosco!; a
quarta "Un angelo non ‘è", fala de como não existem nem santos
nem demônios, isso depende do modo como vemos as pessoas; a quinta
"L’aquila e il condor" fala da América do Norte e da América
do Sul, que ele teve um sonho onde a águia (americana) e o condor (que
só vive nos Andes), voavam juntos, bem, desde que a águia não pense que
pode comer o condor, também espero que aconteça um dia; a sexta é o
dueto com a Cher; a sétima "Il mio amore per te", (O meu amor
por você), nessa música ele faz uma declaração de amor, dizendo que
este não terá medo de nada, que esse amor vive dentro dele, e a melhor
parte é a que ele diz: "aquelas pessoas que não acreditam em você
e não sabem que para mim, você é a única salvação que existe",
lindo, não?; a oitava, "E ancor mi chiedo", (E ainda me
pergunto) nessa música ele fica completamente em dúvida… diz que crê
na sinceridade dela, mas depois, retruca: "aonde vai quando não
está comigo?, o que faz quando não está comigo?, você não sabe aquilo
que estou passando, você não sabe aquilo que estou pensando agora, me
diga se são apenas sombras e nada mais, aquelas que eu vejo ao teu redor
quando não está comigo…", porém no final ele fecha: "eu
morro quando você não está comigo"; a nona, "Improvvisa luce
ad est"  fala sobre uma pessoa que está pela primeira vez
sozinho, porque a outra ficou muito chateada com o que aconteceu e fez
"uma tempestade num copo d’água", ele então diz para que se
improvise luz no leste para que a luz queimasse todo o mal; a décima é
linda!! se chama "Nell’azzurrità",  é uma viagem ao mundo
dos sonhos, pelo menos eu, fiz uma imagem muito parecida com um sonho bom,
daqueles que não se quer acordar. A melhor frase é: "não existe
mais, ficar sozinho, não existe mais, porque entendi que, a outra metade
do coração é você…", depois a penúltima, "Amica donna
mia" também tem uma imagem bem otimista, nela Eros e Cogliati dizem
que o mundo, amanhã, será teu e nas tuas mãos o mundo mudará.
"Parecerá com você, belo será como você, será a sua obra de arte
de fantasia, caminhará com você, um outro mundo porque, você será o
passo certo, o novo caminho, amiga minha dona.", depois a última
música, dedicada à Aurora – Sofie. "Per me per sempre",
também nos reporta a um mundo de sonho, onde milhares de borboletas
deixam o ar colorido, onde tudo é beleza e amor… "para os meus
olhos você será, bela como o sol, infinitos vôos do coração, infinita
felicidade, quando penso que você é minha para sempre…. para
sempre".

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